Descrição
A Sinagoga Remuh é uma sinagoga ortodoxa em funcionamento no antigo bairro judeu de Cracóvia. Fica na rua Szeroka, e logo atrás está o velho cemitério de mesmo nome.
O salão de oração é uma sala luminosa, com grandes janelas de arco pleno e muitos lustres. No centro fica a bimá, a plataforma de leitura, cercada por uma grade de ferro forjado reconstruída. As mulheres rezam na galeria ao longo da parede norte.
A peça mais antiga é a Arca Sagrada, esculpida em 1558 em estilo renascentista tardio, com uma porta em Art Nouveau acrescentada depois e coberta de inscrições em hebraico. Procure também a pedra fundamental na parede sul e a cadeira na parede leste reservada ao rabino que dá nome à sinagoga.
Todos chamam a sinagoga pelo nome de Moisés Isserles, o «ReMA» (pronuncia-se Remuh), célebre rabino e erudito, famoso por seus comentários ao Shulchan Aruch, o código da lei judaica. Segundo a tradição, a sinagoga foi construída em sua honra.
A lápide de fundação conta uma história mais pessoal. Um rico banqueiro, Israel ben Josef, a construiu em memória da esposa Malka, que morreu numa epidemia em 1552. A família de Israel havia chegado a Cracóvia vinda de Regensburg.
O primeiro edifício, provavelmente de madeira, queimou em abril de 1557, poucos meses depois de o rei dar permissão para construir. Foi reconstruído em pedra no mesmo ano, segundo o projeto de um arquiteto de Cracóvia, Stanisław Baranek. Foi restaurado em 1829 e em 1933.
Durante a ocupação nazista, a sinagoga foi despojada dos objetos de culto e usada como depósito de equipamentos de combate a incêndio. As paredes sobreviveram, e em 1957 o edifício foi restaurado com ajuda do Joint Distribution Committee.
Um pequeno presente dos tempos modernos é o relógio na parede, oferecido pelo presidente israelense Chaim Herzog em sua visita de 1992. A sinagoga ainda realiza cultos, por isso se pede que os visitantes se comportem como convidados.
O salão de oração é uma sala luminosa, com grandes janelas de arco pleno e muitos lustres. No centro fica a bimá, a plataforma de leitura, cercada por uma grade de ferro forjado reconstruída. As mulheres rezam na galeria ao longo da parede norte.
A peça mais antiga é a Arca Sagrada, esculpida em 1558 em estilo renascentista tardio, com uma porta em Art Nouveau acrescentada depois e coberta de inscrições em hebraico. Procure também a pedra fundamental na parede sul e a cadeira na parede leste reservada ao rabino que dá nome à sinagoga.
Todos chamam a sinagoga pelo nome de Moisés Isserles, o «ReMA» (pronuncia-se Remuh), célebre rabino e erudito, famoso por seus comentários ao Shulchan Aruch, o código da lei judaica. Segundo a tradição, a sinagoga foi construída em sua honra.
A lápide de fundação conta uma história mais pessoal. Um rico banqueiro, Israel ben Josef, a construiu em memória da esposa Malka, que morreu numa epidemia em 1552. A família de Israel havia chegado a Cracóvia vinda de Regensburg.
O primeiro edifício, provavelmente de madeira, queimou em abril de 1557, poucos meses depois de o rei dar permissão para construir. Foi reconstruído em pedra no mesmo ano, segundo o projeto de um arquiteto de Cracóvia, Stanisław Baranek. Foi restaurado em 1829 e em 1933.
Durante a ocupação nazista, a sinagoga foi despojada dos objetos de culto e usada como depósito de equipamentos de combate a incêndio. As paredes sobreviveram, e em 1957 o edifício foi restaurado com ajuda do Joint Distribution Committee.
Um pequeno presente dos tempos modernos é o relógio na parede, oferecido pelo presidente israelense Chaim Herzog em sua visita de 1992. A sinagoga ainda realiza cultos, por isso se pede que os visitantes se comportem como convidados.