Descrição
O Cemitério Remuh é o antigo cemitério judeu de Cracóvia, um campo-santo murado de três quartos de hectare atrás da Sinagoga Remuh, no bairro de Kazimierz. É um dos cemitérios judeus mais antigos da Polônia.
Foi aberto entre 1535 e 1551, e a lápide mais antiga que sobreviveu data de 1552. Os sepultamentos continuaram até cerca de 1850, quando o Novo Cemitério Judeu da rua Miodowa tomou seu lugar. O nome vem do rabino Moisés Isserles, o «Remuh».
O túmulo de Isserles é o que mais atrai visitantes. Ao redor dele repousam gerações de rabinos e estudiosos de Cracóvia, entre eles os talmudistas Nathan Spira, Joel Sirkis e Yom-Tov Lipmann Heller.
O cemitério é diferente da maioria. Velhas lápides se amontoam entre as árvores num pequeno espaço murado, um canto surpreendentemente tranquilo logo atrás da movimentada rua Szeroka.
Procure o Muro das Lamentações no lado interno do muro do cemitério. É feito de fragmentos de lápides quebradas encaixados na alvenaria, um mosaico montado com o que se pôde salvar.
Os nazistas destruíram o cemitério. Derrubaram os muros, levaram as lápides para pavimentar estradas nos campos e usaram o terreno como depósito de lixo. Apenas algumas pedras sobreviveram intactas, entre elas a do próprio Isserles.
Em 1959 os arqueólogos escavaram o solo e encontraram centenas de lápides enterradas. Ao longo de várias restaurações, muitas foram recolocadas, e os pedaços que não puderam ser combinados foram para o muro.
Diz a lenda que o rabino enterrou um de seus livros onde seria seu túmulo, e uma árvore cresceu ao lado. Em algum lugar daqui também jaz Yossele, o Santo Avarento, herói de um conhecido conto popular judeu.
O cemitério faz parte do Centro Histórico de Cracóvia, Patrimônio Mundial da UNESCO. É um lugar tranquilo, pequeno o bastante para ser visto numa visita curta, e convém ler um pouco antes de ir.
Foi aberto entre 1535 e 1551, e a lápide mais antiga que sobreviveu data de 1552. Os sepultamentos continuaram até cerca de 1850, quando o Novo Cemitério Judeu da rua Miodowa tomou seu lugar. O nome vem do rabino Moisés Isserles, o «Remuh».
O túmulo de Isserles é o que mais atrai visitantes. Ao redor dele repousam gerações de rabinos e estudiosos de Cracóvia, entre eles os talmudistas Nathan Spira, Joel Sirkis e Yom-Tov Lipmann Heller.
O cemitério é diferente da maioria. Velhas lápides se amontoam entre as árvores num pequeno espaço murado, um canto surpreendentemente tranquilo logo atrás da movimentada rua Szeroka.
Procure o Muro das Lamentações no lado interno do muro do cemitério. É feito de fragmentos de lápides quebradas encaixados na alvenaria, um mosaico montado com o que se pôde salvar.
Os nazistas destruíram o cemitério. Derrubaram os muros, levaram as lápides para pavimentar estradas nos campos e usaram o terreno como depósito de lixo. Apenas algumas pedras sobreviveram intactas, entre elas a do próprio Isserles.
Em 1959 os arqueólogos escavaram o solo e encontraram centenas de lápides enterradas. Ao longo de várias restaurações, muitas foram recolocadas, e os pedaços que não puderam ser combinados foram para o muro.
Diz a lenda que o rabino enterrou um de seus livros onde seria seu túmulo, e uma árvore cresceu ao lado. Em algum lugar daqui também jaz Yossele, o Santo Avarento, herói de um conhecido conto popular judeu.
O cemitério faz parte do Centro Histórico de Cracóvia, Patrimônio Mundial da UNESCO. É um lugar tranquilo, pequeno o bastante para ser visto numa visita curta, e convém ler um pouco antes de ir.