Descrição
O Museu Nacional de Cracóvia é o maior museu da Polônia, com cerca de 780.000 objetos. Suas coleções vão da arqueologia clássica à arte contemporânea, com especial força na pintura polonesa. Distribui-se por doze filiais pela cidade.
O Edifício Principal, na avenida 3 de Maio, é o lugar para ver a arte polonesa. Sua grande galeria dos séculos XX e XXI vai de Malczewski, Wyspiański e Boznańska a Tadeusz Kantor e Wilhelm Sasnal.
Há também artes decorativas, de metalurgia e vitrais medievais a móveis, e uma das maiores coleções de tapetes da Polônia. Uma galeria de armas e bandeiras expõe armaduras, sabres e insígnias militares do século XII ao XX.
Entre as filiais, a mais conhecida é o Museu Czartoryski, que abriga a Dama com Arminho de Leonardo. Outras são a Galeria Sukiennice na Praça do Mercado, a Casa de Jan Matejko e a Casa de Józef Mehoffer.
O museu começou com um presente. Em 7 de outubro de 1879 o pintor Henryk Siemiradzki doou à cidade sua tela As tochas de Nero, e a cidade fundou o museu em torno dela, em algumas salas da Sukiennice.
Doações de poloneses de dentro e de fora continuaram a enchê-lo. O museu tem 21 departamentos, 11 galerias e uma dúzia de oficinas de conservação, e recebeu mais de 1,85 milhão de visitantes em 2023.
O Edifício Principal tem uma história conturbada própria. A construção começou em 1934, e o prédio ainda estava inacabado quando estourou a guerra. Os alemães o usaram como cassino. Só foi concluído em 1992, cinquenta e oito anos depois do início.
A guerra deixou uma ferida. As forças alemãs saquearam as coleções, e mais de mil obras continuam desaparecidas. Entre elas, uma pintura de Pieter Bruegel, o Velho, A luta entre o Carnaval e a Quaresma, que, segundo a Polônia, hoje está em Viena.
Outra perda é um retrato de Rafael. Muitas obras foram recuperadas depois da guerra, mas as que faltam continuam numa lista, e a pesquisa do museu sobre elas prossegue.
O Edifício Principal, na avenida 3 de Maio, é o lugar para ver a arte polonesa. Sua grande galeria dos séculos XX e XXI vai de Malczewski, Wyspiański e Boznańska a Tadeusz Kantor e Wilhelm Sasnal.
Há também artes decorativas, de metalurgia e vitrais medievais a móveis, e uma das maiores coleções de tapetes da Polônia. Uma galeria de armas e bandeiras expõe armaduras, sabres e insígnias militares do século XII ao XX.
Entre as filiais, a mais conhecida é o Museu Czartoryski, que abriga a Dama com Arminho de Leonardo. Outras são a Galeria Sukiennice na Praça do Mercado, a Casa de Jan Matejko e a Casa de Józef Mehoffer.
O museu começou com um presente. Em 7 de outubro de 1879 o pintor Henryk Siemiradzki doou à cidade sua tela As tochas de Nero, e a cidade fundou o museu em torno dela, em algumas salas da Sukiennice.
Doações de poloneses de dentro e de fora continuaram a enchê-lo. O museu tem 21 departamentos, 11 galerias e uma dúzia de oficinas de conservação, e recebeu mais de 1,85 milhão de visitantes em 2023.
O Edifício Principal tem uma história conturbada própria. A construção começou em 1934, e o prédio ainda estava inacabado quando estourou a guerra. Os alemães o usaram como cassino. Só foi concluído em 1992, cinquenta e oito anos depois do início.
A guerra deixou uma ferida. As forças alemãs saquearam as coleções, e mais de mil obras continuam desaparecidas. Entre elas, uma pintura de Pieter Bruegel, o Velho, A luta entre o Carnaval e a Quaresma, que, segundo a Polônia, hoje está em Viena.
Outra perda é um retrato de Rafael. Muitas obras foram recuperadas depois da guerra, mas as que faltam continuam numa lista, e a pesquisa do museu sobre elas prossegue.