Descrição
O Museu Judaico da Galícia é um museu de fotografia e memória na rua Dajwór, no bairro de Kazimierz, em Cracóvia. Mostra o que resta de oitocentos anos de vida judaica na Galícia, a região do sul da Polônia e do oeste da Ucrânia que foi governada pela Áustria.
A exposição principal é Vestígios da memória, fruto de um projeto de doze anos. Fotografias contemporâneas de sinagogas, cemitérios e outros restos dos judeus da Galícia enchem as salas. Ela se divide em cinco temas, em vez de seguir uma cronologia.
As cinco partes são: a vida judaica em ruínas, a cultura como era, os locais de massacre e destruição no Holocausto, como o passado é lembrado hoje e as pessoas que mantêm a memória viva. Uma seção trata de Auschwitz.
O museu tem também um segundo espaço permanente e realiza duas ou três exposições temporárias. Entre as passadas houve uma sobre a rua Próżna, uma mostra de figuras judaicas e as pinturas de Soshana.
O fotógrafo Chris Schwarz, fotojornalista britânico cujo pai era de Lviv, fundou o museu em abril de 2004 com o estudioso Jonathan Webber. Durante doze anos eles haviam viajado pelo sul da Polônia perguntando o que restava.
Schwarz morreu jovem, em 2007, mas o museu continuou crescendo. Kate Craddy tornou-se diretora depois dele, e então Jakub Nowakowski assumiu em 2010. O museu foi declarado Monumento Histórico da Polônia.
Sua exposição Heróis poloneses, feita em 2008 com o Auschwitz Jewish Center, homenageia os poloneses reconhecidos como Justos entre as Nações. Foi apresentada em seis museus na Polônia, na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos.
Além das galerias, o museu é um lugar de aprendizado. Oferece oficinas, palestras e aulas sobre religião e cultura judaicas e sobre o Holocausto, e grupos escolares vêm o ano inteiro. Os grupos podem encontrar aqui sobreviventes do Holocausto e Justos.
Também recebe concertos de klezmer, e um mural de Marcin Wierzchowski no prédio celebra a cultura judaica. É uma boa parada para entender o que se vê em Kazimierz.
A exposição principal é Vestígios da memória, fruto de um projeto de doze anos. Fotografias contemporâneas de sinagogas, cemitérios e outros restos dos judeus da Galícia enchem as salas. Ela se divide em cinco temas, em vez de seguir uma cronologia.
As cinco partes são: a vida judaica em ruínas, a cultura como era, os locais de massacre e destruição no Holocausto, como o passado é lembrado hoje e as pessoas que mantêm a memória viva. Uma seção trata de Auschwitz.
O museu tem também um segundo espaço permanente e realiza duas ou três exposições temporárias. Entre as passadas houve uma sobre a rua Próżna, uma mostra de figuras judaicas e as pinturas de Soshana.
O fotógrafo Chris Schwarz, fotojornalista britânico cujo pai era de Lviv, fundou o museu em abril de 2004 com o estudioso Jonathan Webber. Durante doze anos eles haviam viajado pelo sul da Polônia perguntando o que restava.
Schwarz morreu jovem, em 2007, mas o museu continuou crescendo. Kate Craddy tornou-se diretora depois dele, e então Jakub Nowakowski assumiu em 2010. O museu foi declarado Monumento Histórico da Polônia.
Sua exposição Heróis poloneses, feita em 2008 com o Auschwitz Jewish Center, homenageia os poloneses reconhecidos como Justos entre as Nações. Foi apresentada em seis museus na Polônia, na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos.
Além das galerias, o museu é um lugar de aprendizado. Oferece oficinas, palestras e aulas sobre religião e cultura judaicas e sobre o Holocausto, e grupos escolares vêm o ano inteiro. Os grupos podem encontrar aqui sobreviventes do Holocausto e Justos.
Também recebe concertos de klezmer, e um mural de Marcin Wierzchowski no prédio celebra a cultura judaica. É uma boa parada para entender o que se vê em Kazimierz.