Descrição
A Igreja dos Santos Pedro e Paulo é a primeira igreja de Cracóvia construída inteiramente em estilo barroco, na Rua Grodzka, na Rota Real entre a praça principal e Wawel. Com uma fachada inspirada nas grandes igrejas romanas, é uma das maiores da cidade.
A fachada de dolomita clara lembra as de Santa Susanna e do Gesù, em Roma, com nichos que abrigam estátuas de santos jesuítas: Inácio de Loyola, Francisco Xavier, Luís Gonzaga e Estanislau Kostka.
Na frente estão os apóstolos, uma fileira de estátuas sobre pedestais de 1722. São cópias: os originais foram corroídos pela chuva ácida. Dentro, uma ampla nave única e uma cúpula sobre o cruzeiro dão à igreja um ar teatral.
Giovanni Battista Falconi cobriu as abóbadas com anjos de estuque e cenas da vida dos dois santos. Na cripta jaz o pregador Piotr Skarga, e desde 2010 a cripta da igreja vem se tornando um Panteão Nacional.
Da cúpula pende um peso de 25 quilos, preso a um fio de 46,5 metros, que oscila devagar enquanto o chão debaixo dele gira: é a Terra se movendo. Este pêndulo de Foucault é o mais longo da Polônia, e há demonstrações toda quinta-feira.
A igreja foi um projeto jesuíta. O rei Sigismundo III Vasa a financiou, para os jesuítas, e arquitetos italianos a construíram entre 1597 e 1619; foi consagrada em 1635.
Foi também um lugar de música. Em 1638 os jesuítas formaram aqui um coro de 80 a 100 cantores, o maior da Polônia na época. Os pilares laterais da cúpula deveriam dar a impressão de um palco no interior.
Desde 1842 a igreja pertence à paróquia católica de Todos os Santos, e em 1960 foi elevada a basílica menor. Hoje é a maior das igrejas históricas de Cracóvia em número de assentos.
A iluminação do interior segue o drama barroco: é voltada para o padre que celebra a missa. Em volta da igreja, as outras grandes igrejas da cidade velha ficam a poucos passos, então é fácil ver duas ou três num passeio.
A fachada de dolomita clara lembra as de Santa Susanna e do Gesù, em Roma, com nichos que abrigam estátuas de santos jesuítas: Inácio de Loyola, Francisco Xavier, Luís Gonzaga e Estanislau Kostka.
Na frente estão os apóstolos, uma fileira de estátuas sobre pedestais de 1722. São cópias: os originais foram corroídos pela chuva ácida. Dentro, uma ampla nave única e uma cúpula sobre o cruzeiro dão à igreja um ar teatral.
Giovanni Battista Falconi cobriu as abóbadas com anjos de estuque e cenas da vida dos dois santos. Na cripta jaz o pregador Piotr Skarga, e desde 2010 a cripta da igreja vem se tornando um Panteão Nacional.
Da cúpula pende um peso de 25 quilos, preso a um fio de 46,5 metros, que oscila devagar enquanto o chão debaixo dele gira: é a Terra se movendo. Este pêndulo de Foucault é o mais longo da Polônia, e há demonstrações toda quinta-feira.
A igreja foi um projeto jesuíta. O rei Sigismundo III Vasa a financiou, para os jesuítas, e arquitetos italianos a construíram entre 1597 e 1619; foi consagrada em 1635.
Foi também um lugar de música. Em 1638 os jesuítas formaram aqui um coro de 80 a 100 cantores, o maior da Polônia na época. Os pilares laterais da cúpula deveriam dar a impressão de um palco no interior.
Desde 1842 a igreja pertence à paróquia católica de Todos os Santos, e em 1960 foi elevada a basílica menor. Hoje é a maior das igrejas históricas de Cracóvia em número de assentos.
A iluminação do interior segue o drama barroco: é voltada para o padre que celebra a missa. Em volta da igreja, as outras grandes igrejas da cidade velha ficam a poucos passos, então é fácil ver duas ou três num passeio.